
Muitas pessoas para demonstrar sua fé fazem orações rigorosamente no mesmo horário, fazem parte de ceitas, igrejas e afins e por aí vai! Eu não. Tenho a minha fé, sei em quem acreditar e me conecto em qualquer lugar sem precisar de um prédio para isso.
Eu uso minha hora de almoço para recarregar as energias e me esvaziar um pouco do ambiente sufocante onde trabalho. Hoje no mesmo horário de sempre, quando saia para almoçar, senti que o sol estava especialmente quente.
"Bem que podia correr uma brisa!", pensei.
Coincidência ou não, no mesmo instante começou a ventar um vento que me levou até em casa. Imediatamente, sem nenhum apelo religioso, agradeci a Deus por aquela brisa, ato comum no meu dia a dia. Daí, refleti sobre isso, sobre o momento certo de agradecer uma benção, uma graça, uma simples brisa ou simplesmente conversar com Deus. Eis que um pouco adiante, num boteco, quatro homens discutem se Deus e Jeová são as mesma pessoa.
Minha conclusão é de que o homem precisa demais nominar tudo, quando na verdade o mais importante é sentir. Não importa que nome tem, se é candomblé, catolicismo, budismo, evangélico ou messiânico. O importante é a fé que carregamos!
Eu tenho a minha e sinto essa energia na minha vida.
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