Sinto a sensação solitária de estar só,
sozinho, ensimesmado na minha redoma de vidro,
sentindo uma sensação de solidão no coletivo.
Sozinho sigo cego sutil neste sentimento vazio.
Na solitude sempre senil deste império do martírio,
Mas o que vira sobre a minha roupa é o suntuosoo rubro líquido sanguíneo.
O que sai pela minha boca,
pele,
mãos é um suor sem calor, mas frio.
Que veste minha idade,
sexo
e desejo num calafrio.
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