sábado, 12 de fevereiro de 2011

Sobre o quanto que te conheço

A capa do livro chama atenção. Cores fortes vibrantes...
Movimento a capa que me desvenda um prefácio cheio de meandros a serem revelados.
A leitura me leva além, me envolve, me atrai, como se fosse um tipo de feitiço ou coisa parecida.
Pareço embriagado em suas páginas.
Folha por folha, letra por letra, olhos por olhos, alma por alma.
O passar das páginas me sopra uma brisa de segurança, uma calmaria confortável...
Aaaaahh!!! A estabilidade...
Pilares altos na imaginação, colunas fortes criadas pela história de resistência e amor.
A inabalável muralha protege sonhos antes inimagináveis.
Sonho? Seria um sonho o que estava vendo acontecer?
Seria mais um fruto da imaginação? O livro me envolveu de maneira absoluta.
Já não saberia distinguir o que era real e o que era ficção.
Tremor... Perguntas só respondidas pelo tempo, pelo passar das páginas,
pelo bege das folhas, pelas orelhas que insistem em envergar no topo das letras.
Lá pelas tantas a leitura começa a me revelar surpresas, uma sucessão de mistérios, daqueles que intrigam os leitores, começam a tomar conta de mim.
É. A leitura toma um novo rumo. As letras revelam novas histórias e o envolvimento é outro.
Continuo obcecado pelo rumo da história, quero saber onde isso tudo vai dar.
As páginas em contato com outras páginas, parecem aumentar. Se reproduzir...
A leitura que antes me envolvia, hoje é reveladora.
Reveladora de fatos, fotos, histórias, segredos, pessoas, sentidos, amores, afetos, libido e afins.
Reveladora de você e de mim.

Continua...

Nenhum comentário:

Postar um comentário